quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Dia dos Professores e Funcionários

            Para comemorar o dia dos professores e funcionários fizemos um almoço. Mas antes um bingo, umas mensagens repletas de amor e respeito e uns doces, porque ninguém é de ferro.                 Agradeço a cada colega pela oportunidade de me ajudar a refletir sobre a vida, a mar e a crer no ser humano.
            Ah! E como sempre eles me surpreendem com presentes lindos. Amo vocês. Obrigada por cada abraço e cada palavra de afeto.




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Visita à Casa de Jorge Amado

      

  

       Nossa atividade de coordenação aconteceu na Casa de Jorge Amado, na Rua Alagoinhas, no Rio Vermelho.
         Todos nos encontramos em frente à casa de Jorge e fizemos a visita monitorada. Estavam conosco os professores do NULEP: Augusta, Adriano, Letícia e Elisângela.
          A monitora que nos recebeu foi Manuela. Ela começou a visita pelo jardim, falando das reformas – colocação do elevador, construção de um espaço para “café” - e foi mostrando-nos os espaços denominados “quiosque”. Em um deles, temos acesso a vídeos com depoimentos de pessoas ilustres falando sobre Jorge. São seis horas de vídeo. No outro, que está em reforma por conta de um problema no teto, há vídeos que tratam do candomblé. E está todo decorado de forma temática. 
        Está também no jardim um quarto que hoje é escritório, mas no passado era espaço para Jorge escrever quando havia muita gente na casa e ele queria sossego. Manuela também mostrou-nos as árvores, que eram cuidadas por Zélia, o banco onde Zélia e Jorge costumavam sentar para conversar e apreciar a paisagem (lugar onde foram colocadas as cinzas dos dois), o orixá Exu, as orquídeas. Seguimos para conhecer o interior da casa. Conhecemos os quartos de João Jorge e da

mãe de Jorge, neles além da ilustração, há vídeos passando sobre a infância e as viagens de Jorge.

      Entramos pela sala, lugar em que Jorge às vezes escrevia, e vimos objetos originais, como as cadeiras, a mesa, a máquina de datilografar, sofá etc. Mas há também peças de arte produzidas pelos amigos Carybé, Hansen Bahia, Calazans Neto, etc. E outras obras de arte trazidas de suas viagens. Os demais quartos são divididos de forma temática: no primeiro passam vídeos falando dos amigos, no segundo há vídeos e que atores e amigos leem trechos de suas obras. Na cozinha há muitas reproduções de pratos típicos da Bahia, como nas receitas de Dona Flor. Na tela, temos “Dadá, famosa quituteira de acarajé”, fazendo as receitas que podemos escolher de forma bastante interativa. E se quisermos, podemos solicitar a receita que selecionamos para recebermos por e-mail. No final deste corredor temos a biblioteca de Jorge, que tem visão para antiga piscina e que hoje é um lago dos sapos, pois Zélia e Jorge amavam sapos. Na parte interna temos o escritório de Zélia que era onde ela revelava as fotos que fazia e costurava. Passamos pelo closet dos dois e nos deparamos com uma riqueza: as cartas que Jorge recebia de amigos escritores, de Zélia, dos filhos e de tanas pessoas importantes em sua vida. Fantástico material de memória.
      Chegamos ao quarto do casal e nos enternecemos com tanta poesia e amor. Difícil descrever lugar tão mágico. Lá, ouvimos trechos dos romances cujos personagens principais são as mulheres. À medida que ouvimos, imagens de artistas como Carybé e Calazans vão sendo projetadas nas paredes, na cama. Inenarrável.
           E saímos para o pátio lateral, onde uma brisa nos acolhe e as mais diversas esculturas e outros tipos de obras de arte nos aguardam para apreciá-las. Estas obras são frutos de presentes dos amigos e de compras dos dois quando faziam suas viagens. 



           Neste mesmo pátio é possível descansar com um livro de arte nas mãos, pois há uma variedade deles.
           Foi uma atividade de coordenação extremamente rica. Visitamos um lugar que pode ser visitado inúmeras vezes e a pessoa não se cansa.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mostra de Línguas Estrangeiras

PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

Maise, Tyrone e Marisa (professores)


01- Abertura do evento
a) Objetivo do projeto (prof Tyrone)
b) Discussão sobre uso crítico das redes sociais

Aspectos negativos

·         Postagens comprometedoras x trabalho
·         Exposição da vida privada
·         Expressão de ideias radicais: disseminação de ódio, racismos, homofobia, etc. radicalismo religioso.
·         Divulgação de informações inverídicas e alarmistas.

Aspectos negativos

·         Encurtamento de distância entre parentes, amigos, etc.
·         Compartilhamento de alegrias, tristezas, perdas, conquistas, datas importantes.
·         Compartilhamento de mensagens de autoajuda, de interesse intelectual, profissional, cultural.
·         Serviços: encontrar emprego, pessoas desaparecidas ou foragidas.
c) Uso prático do Facebook e Whatsapp via produção de posts no Publisher/power point com posterior publicação no face e no whatsapp
d) apresentação dos alunos da profa. Maise
Ø  Chanson française: Fascination reflexão sobre a sedução das redes sociais.
Ø  Bate papo sobre uso do Face e do Whatsapp
Ø  Depoimentos sobre a Escola Parque: J’aime I’école Parque/ jê suis I’école Parque.
e) Apresentação dos alunos da profa. Marisa
Ø  Debate sobre o uso das redes sociais.
Ø  Apresentação do manual de etiqueta do face e do whatsapp





quinta-feira, 16 de julho de 2015

ATIVIDADE DE COORDENAÇÃO NOS MUSEUS DO PELÔ




Dando continuidade ao processo de formação de seus professores, a coordenadora Ana Lúcia organizou um conjunto de atividades que extrapola o espaço físico da escola, fato que consideramos importante, pois contribui para ampliar nossa formação cultural e para enriquecer nosso planejamento de aula. Assim, manhã desta quarta-feira 15 de julho de 2015, fomos ao Pelourinho para fazermos visitas guiadas aos museus Eugênio Teixeira Leal e ao Museu Tempostal.

No museu Eugênio Teixeira Leal, conduzidos pela estudante de história Natália, visitamos a exposição, “Mulher: mães trabalhadoras” da artista plástica baiana Mhai Conceição. Além de termos a oportunidade também, de nas salas de exposição permanente, vermos a exposição de Medalhas e Condecorações, nacionais e estrangeiras, que retratam aspectos da história, política, economia e religiões, como o candomblé, o catolicismo e a maçonaria. Num momento de descontração, Tyrone aproveitou para fazer uma condecoração simbólica, homenageando Ana Lúcia, que afinal foi responsável direta por estarmos ali nos apropriando de todo aquele acervo.

Em seguida, fomos ao museu Tempostal, onde vimos as exposições “o Bairro do Comércio”, “Pelos caminhos de Salvador”, e “Bahia Litoral e Sertão” guiados por Eliane, estudante/estagiária do museu. O acervo de fotos e postais do Tempostal permitiu-nos fazer uma incursão na história de Salvador e da Bahia. Na primeira seção do museu, pudemos ver a região do Comércio, o trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, retratados na primeira década do século XX até os anos 80. O material exposto apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro às naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Na segunda seção do museu, vimos a exposição que conta a história da urbanização e colonização de Salvador, revelando alguns costumes e credos do soteropolitano, pudemos observar a evolução de alguns bairros de Salvador, momento em que houve maior interação do grupo. Por fim na última seção, pudemos apreciar o acervo de Postais e fotos do início do Séc. XX retratando a relação econômica e social entre o litoral e o sertão baianos. Após a apreciação do material exposto tivemos a oportunidade de assistir a um breve documentário sobre a história do material ali exposto. Enfim, foi uma manhã muito proveitosa e que certamente ficará marcada com mais um dos bons momentos desse ano letivo.

Terezinha Lima

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Preparação para Mostra de Matemática e Numerando 2015

Estudantes do Ensino Médio e Fundamental II na preparação de atividades para o Numerando 2015, sob a orientação da professora Rita Fortuna









sexta-feira, 8 de maio de 2015

A Mostra de Matemática está se aproximando

Venha participar da Mostra de Matemática. As atividades estão acontecendo e no dia 20 de maio teremos a exposição com outra atividades no turno vespertino. Não perca. 
Os alunos das professoras Mércia e Cristina estão a todo vapor.





quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Confraternização de Final de Ano

      Nosso grupo de professores e funcionários do NICC resolveu fazer a confraternização de final de ano na Ilha de Mar Grande, na casa do colega e professor, Gerson. Foi uma experiência interessante, pois estávamos cheios de expectativa de uma farra e tanto, mas a chuva atrapalhou um pouco nossos planos. Ainda assim, não desistimos de ser felizes.

         Nossa programação continuou... Ficamos na praia, depois fomos pra casa de Gerson e seguimos pro restaurante onde fizemos o amigo secreto ladrão. A ideia foi desapegar. O mais importante do presente é dar e não ganhar. Por isso nós rimos, desapegamos e trocamos presentes e carinhos.
         Estiveram presentes neste encontro os professores: Edvaldo, Gerson, Maria Cristina, Marisa, Maíse, Mércia, Roseli, Terezinha e Eu (Ana Lúcia, além de alguns parentes dos professores e funcionários. É claro que também estavam: Adriana, André, Marinalva e Sérgio, nossos grandes colaboradores. 







quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Visita ao Memorial Irmã Dulce




Nesta semana, dando continuidade às nossas Atividades Complementares culturais, fomos fazer uma emocionante visita ao Memorial Irmã Dulce (MID). Antes de entrarmos em contado com o legado de amor e caridade do Anjo Bom da Bahia, a artista plástica e arte-educadora Mônica Silva, apresentou-nos o projeto Irmã Dulce: um diálogo com a educação, que permite associar a temática Irmã Dulce com as diversas áreas do conhecimento.

Conforme Mônica, coordenadora desse projeto, a ideia é se criar uma verdadeira teia em que os jovens e as futuras gerações possam compreender a importância do Anjo Bom como referência de amor ao próximo, solidariedade, harmonia, tolerância, respeito à diversidade e resgate da autoestima. Vale ressaltar que  não se trata de entender Irmã Dulce como religiosa, mas como indivíduo, que deixou um valioso legado para a humanidade.

O MID reúne um conjunto de peças que ajuda a preservar e manter vivos os ideais de Irmã Dulce. Na exposição, pudemos ver fotografias, documentos, maquetes e objetos pessoais, como hábito usado por ela. Além de ver de perto o quarto de Irmã Dulce, que se preserva intacto; e uma interessante exposição intitulada O Terço no Centenário de Irmã Dulce, que reúne terços produzidos a partir de objetos variados, ligados à história do Anjo Bom do Brasil, como lápis, pois ela já foi professora, envelopes de carta, bonecas, tijolos, ostensório, entre outros itens. 

Entre as peças do acervo, está também a imagem de Santo Antônio, do século XIX, pertencente à família da religiosa, diante da qual ela costumava rezar e a quem recorria sempre para buscar atingir suas metas.

Na sala onde se encontram os instrumentos musicais do Anjo Bom do Brasil, pudemos apreciar uma belíssima interpretação de uma música criada em homenagem a Irmã Dulce em diferentes versões: português, inglês e espanhol, as últimas em homenagem aos professores do NICC das respectivas línguas, não deixando, a intérprete, de dar uma palhinha em francês, porém com outra música.



                                               

 

V Mostra de Tecnologia