quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Reposição Criativa
O
hábito de visitar museus é algo que deve ser cultivado e estimulado pela
escola. Faz parte da função do professor informar aos estudantes sobre lugares
que respiram cultura. Neste sentido, é pertinente ampliar a visitação aos
museus, acrescentando outros tipos de visitas, como por exemplo: conhecer a
“redação” de um jornal.
É
sempre oportuno e enriquecedor conhecer as obras de Rodin, acervos com peças
africanas e com vida e obra de Jorge Amado. Para tais fins, os professores
Maíse Santos e Tyrone Santiago estão mediando, culturalmente, a visita dos seus
alunos para os seguintes locais:
- · MAFRO – Museu Afro Brasileiro
- · Museu Rodin Bahia
- · Caixa Cultural
- · Casa de Benin
- · Solar do Ferrão
- · Jornal A Tarde
- · Fundação Casa de Jorge Amado
Estas visitas fazem parte do calendário de reposição de aulas perdidas durante a greve. Com esta ação criativa procuramos mostrar que os conhecimentos não se restringem à sala de aula, como todos sabem.
A seguir, fotos que ilustram algumas das visitas que já ocorreram.
Visita ao MAM
No
dia 12 de setembro os alunos dos professores Edvaldo e Tânia – professores de
Língua Portuguesa - saíram para uma visita ao Museu de Arte Moderna para
conhecer a Exposição “Jorge Amado e Universal” sobre o nosso ilustre escritor.
Esta
visita se deu por intermédio da professora Sofia – Suki como é mais conhecida. Ela tem um projeto "Caldeirão Cultural"em parceria com o MAM, que tem por objetivo desenvolver visitas mediadas e formação continuada de professores, tudo isso com o intuito de levar cultura dos museus às escolas. Nesta visita, o museu
ofereceu o transporte e o lanche e os alunos foram acompanhados pelos
professores.
Para
os alunos a experiência foi muito boa. Eles contaram que se divertiram desde o
momento que entraram no ônibus até lá. Ficaram encantados com a exposição e
viram que é possível fazer algo criativo e sem muitos gastos financeiros. Perguntaram
sobre as obras do acervo e tiveram suas dúvidas esclarecidas pelo guia. Muito
embora estejamos na cidade que traz o candomblé como uma das religiões mais
praticadas, eles desconheciam os símbolos desta religião. Não saíram de lá sem
respostas.
Outras
saídas virão, esperamos que todos possam aproveitar estas outras formas de
aprendizagens.
A exposição ocupa vários espaços do MAM – térreo do casarão, a capela e a galeria. Está dividida em módulos, cada um deles dedicado a um aspecto marcante na vida do escritor. São fotografias, objetos, folhetos de cordel, filmes e imagens, além de depoimentos de amigos, artistas, críticos e anônimos.
A diretora do MAM-BA, Stella Carrozo acredita que, em Salvador, a exposição fará ainda mais sucesso do que o registrado no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, onde foi vista por mais de 130 mil pessoas. “Nossa expectativa é atingir 150 mil visitantes”, afirma. Ela também ressalta que, paralela à mostra, serão desenvolvidas ações educativas sobre a obra do escritor.
A exposição tem direção geral de William Nacked, direção de produção de Ana Helena Curti e expografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara.
A visitação é gratuita e segue até 14 de outubro, de terça a sexta, das 13 às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14 às 19h.
(Texto: Márcia Moreira, RRBA/MinC)
(Fotos: Manu Dias/Secom/ Gov. da Bahia)
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Escrita digital 2012
Escrita digital - 2012 - Foto Montagem
O evento “Escrita Digital” é uma atividade realizada pelo Núcleo de Informação Comunicação e Conhecimento baseada no programa Soletrando, apresentado por Luciano Hulk e exibido pela Rede Globo. No programa de Luciano, o aluno SOLETRA, aqui, faremos diferente, o aluno DIGITA a palavra sorteada. Esta foi uma forma de valorizarmos o uso do computador e de minimizarmos o nervosismo dos alunos.
O principal objetivo do concurso “Escrita Digital” é aprimorar a ortografia. Assim, o aluno também aprimora a leitura, uma vez que lê textos dos romances de Jorge Amado, além de reportagens e artigos sobre o nosso mais ilustre baiano das letras. Como estamos no ano de comemoração dos 100 anos de JORGE AMADO, enfatizamos este tema.
Trinta e nove alunos se inscreveram e concorreram a prêmios: pendrive, MP4 e livros. Tivemos a colaboração da Professora Jocélia Sacramento, doando os livros, que foram distribuídos entre alunos participantes.
Mais uma vez, contei com a colaboração do professor Edvaldo Pereira, apresentando o concurso, e dos professores Luiz Mário e Jocelia, como seletores.
| Laura, Ariane e Milena |
O concurso ocorreu no dia 16 de agosto, no turno vespertino, aqui no NICC. Agradecemos a participação de todos os alunos, a quem dedicamos nosso respeito e carinho, Sabemos o quanto é difícil participar de um concurso desta envergadura, por conta da exposição, mas vimos como foram corajosos e desprendidos. Obrigada, de coração.
Eis os vencedores:
1º lugar – Ariane Gonçalves da Silva 2º EM
2º lugar – Milena Silva de Jesus 8º ano
3º lugar–Laura Beatriz D. Coutinho 6º ano
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Aniversário de Anísio Teixeira
Se estivesse vivo, Anísio completaria hoje 112 anos de existência. Muito tempo de vida. Mas um homem que teve ideias tão importantes e atuais jamais morrerá. Anísio vive em cada um de nós que procura fazer da educação o motivo principal de suas vidas.
Abaixo segue uma reportagem feita há dois anos, época em que a Escola Parque completou 60 anos de existência.
Abaixo segue uma reportagem feita há dois anos, época em que a Escola Parque completou 60 anos de existência.
O post “Educação integral/O legado de Anísio Teixeira” é título da matéria da jornalista carioca Andréa Antunes, publicada na Folha Dirigida, Caderno de Educação, edição de 27 de maio a 2 de junho de 2010. O grafiteiro Thito Lama, residente em Salvador (BA), foi o autor da pintura (foto) de Anísio Teixeira, exposta na área externa da Escola Classe I/Centro Educacional Carneiro Ribeiro (CECR), no bairro do Pero Vaz. Leia abaixo na íntegra a matéria com a entrevista do diretor da Escola Parque/CECR, professor Gedean Ribeiro:
O LEGADO DE ANÍSIO TEIXEIRA
Uma escola com educação integral e não com tempo integral. Essa é a filosofia da Escola Parque, em Salvador, que este ano completa 60 anos de fundação e mantém vivo o ideal de sua fundador, o educador Anísio Teixeira.
“Nossos alunos fazem o curso regular em uma das Escolas Classes e depois, vêm para a Escola Parque fazer oficinas de música, teatro, esporte. A diferença é que, aqui, as aulas regulares, oficinas e outras atividades são integrados no mesmo projeto. Este ano, o tema é ‘Educação, Arte, Ciência, Esporte e Novas Tecnologias’. Nas escolas com tempo integral, o aluno fica na escola e faz outras atividades no contraturno, mas essas atividades são isoladas, não têm ligação com o projeto pedagógico, o que é uma realidade aqui na escola Parque”, explica Gedean Ribeiro, atual diretor da Escola Parque.
Para o diretor, a educação integral é um dos principais legados deixados por Anísio Teixeira, morto em 1971 e um dos principais educadores do país. Ele defendia a escola laica, pública e obrigatória. “Ele queria formar o homem integral e, para isso, não basta oferecer apenas o ensino regular”, diz Gedean. Fundada em 1950, a Escola Parque faz parte de um complexo formado por quatro escolas-classe (escolas de ensino regular). O Colégio Estadual Álvaro Augusto Silva, Escola Estadual Anísio Teixeira, Escola Candolina e Celina Pinho. A escola tem hoje cerca de três mil alunos, em sua grande maioria oriundos de bairros pobres da cidade. Na Escola Parque, que funciona apenas nos turnos matutino e vespertino, os alunos do complexo educacional complementam, no contraturno, sua formação por meio de oficinas e outros recursos sócioeducativos.
“A escola oferece vivências através de seus núcleos, os quais possibilitam uma ressignificação e complementação das disciplinas curriculares oferecidas no núcleo comum das Escolas que fazem parte do complex o como atividades de informática, leitura, raciocínio lógico, língua estrangeira, entre outras”, diz o diretor.
Inspirado no ideal de Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro fundou nos anos 80 os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), no Rio de Janeiro. Como a Escola Parque de Anísio, os Cieps deveriam oferecer uma educação integral. “Temos um problema de descontinuidade. Cada governo faz um novo programa. Por isso, os Cieps perderam sua característica inicial”, diz a professora Amerisa Resende, integrante da União dos Professores Públicos no Estado do Rio de Janeiro (Uppes Sindicato).
Para Amerisa, Anísio Teixeira inovou ao defender a necessidade do professor conhecer as condições do aluno. “Essa é uma ideia que todos os professores hoje devem ter em mente. Além disso, ele mostrou também a importância da prática, da vivência. Essa é ideia cada vez mais presente nas escolas e na formação dos professores”, avalia a professora.
O ALUNO COMO SUJEITO
Doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Suzana Saraiva diz que uma das grandes inovações do educador foi colocar o aluno como sujeito do processo educacional. “A compreensão de Anísio sobre a escola, inscrita não só no Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova como em toda a sua obra e vida pública, desde o tempo em que foi diretor da instrução, de 1924 a 1929, na Bahia, traz como uma das principais inovações a concepção do aluno como sujeito e não mais como objeto da aprendizagem. Nesta perspectiva, ele não considera a função educacional como uma função de superposição ou de acréscimo, segundo a qual o educando é ‘modelado exteriormente’ (escola tradicional), mas uma função complexa de ações e reações em que o espírito cresce de dentro para fora”, explica Suzana Saraiva.
A educadora ressalta, também, que um dos pontos mais marcantes do projeto pedagógico da Escola Parque de Anísio Teixeira foi assumir uma postura de permanente reflexão.
“Outro aspecto que deve ser destacado é a sistemática de avaliação adotada que, coerente com a perspectiva da educação integral, não se atém exclusivamente à avaliação tradicional (provas, notas e assim por diante), mas privilegia a postura pedagógica do ‘aprender a aprender’, em outras palavras, o desenvolvimento das competências cognitivas do educando, modernamente defendido, entre outros, por Phillipe Perrenoud”, destaca a professora.
Na opinião de Suzana Saraiva, a filosofia de Anísio Teixeira está impregnada em inúmeras escolas espalhadas por todo o país. Mas, apesar desta influência, boa parte das escolas privadas ainda continuam adotando uma proposta tradicionalista de ensino, principalmente no ensino médio, onde o principal foco são as provas do vestibular.
“Desta forma, uma educação mais ampla, que instrumentalize o educando a pensar e viver o mundo em constante mudança fica totalmente fora de questão. Entrar na universidade termina sendo o grande objetivo, mas e a permanência na mesma? Um lamentável aspecto, cada vez mais crescente em nossas estatísticas, é a evasão no ensino superior público. Recentemente, eu e o Prof. Dr. Máximo Masson, ambos do quadro permanente da UFRJ, realizamos uma pesquisa sobre permanência e evasão entre estudantes na Escola Politécnica da UFRJ, escola de reconhecida excelência na América Latina e de difícil ingresso, que veio a demonstrar o quanto, apesar de algumas tentativas didaticamente inovadoras, o tradicionalismo pedagógico continua sendo dominante com todas as conseqüências negativas que se reproduzem quase perenemente. Neste sentido, a proposta pedagógica da Escola Parque é notável”, elogia.
No que concerne ao ensino público em geral, a especialista diz que o problema é basicamente a questão da qualidade. “Substituir o investimento na qualidade do ensino básico por artifícios variados não levará a nenhum resultado diferente do que temos hoje. Podemos dizer que, neste sentido, a Lei 9.394/96 proporcionou um grande avanço no que diz respeito à formação de professores para as séries iniciais a elevar sua preparação ao ensino superior, mas ainda existe um longo caminho a ser percorrido. Certamente se nos ampararmos nas concepções dos educadores de qualidade que nosso país já produziu (e produziu de forma farta) poderemos dar um rumo melhor à educação brasileira”, avalia Suzana Saraiva concluindo que os ideais de uma escola pública, laica e obrigatória, defendidos por Anísio Teixeira, ainda não forma integralmente alcançados.
“Embora a questão da universalização da educação no Brasil já esteja equacionada, enquanto pública, laica e gratuita, tendo por base a coeducação, terminou por ficar ainda pouco contemplado outro dos pilares básicos da concepção de Anísio, que é a escola de qualidade. Lamentavelmente ainda precisamos trilhar um caminho mais longo não só no sentido de uma maior consistência na formação de professores não somente do ponto de vista pedagógico, mas também no sentindo de enfrentar os mais diversos problemas, como bullying e síndrome de Bournout, tão em voga no momento, como também na questão salarial.”
A Escola Parque
O Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque funciona em uma área de 42 mil metros quadrados na Bahia. Idealizada por Anísio Teixeira, então secretário de Educação e Cultura de Salvador, a escola foi fundada em 1950 com a proposta inovadora de oferecer uma educação integral. Ela nasceu para ser modelo de outras que seriam construídas em seguida em outras áreas carentes.
De acordo com o atual diretor da Escola Parque, Gedean Ribeiro, até 1974 a escola cumpriu bem o seu papel. A partir daí passou por dificuldades e teve desvirtuado o seu objetivo.
“Houve um período em que foi transformada em escola de aceleração (para jovens e adultos). Essa fase ruim foi até o final dos anos 90. Em 2000, o governo reinaugurou a escola, que voltou a defender os ideais de seu fundador. Hoje, buscamos formar o homem pleno, como desejava Anísio Teixeira”, diz Gedean Ribeiro, que acredita que nos últimos oito anos, a educação melhorou.
“Se avaliarmos de forma global, geral, acredito que houve uma melhora. Hoje temos inúmeros indicadores que mostram que os resultados estão melhorando. É claro que estamos longe do ideal e que se formos olhar alguns municípios, aqueles mais distantes, veremos que a situação não é boa. Falta tecnologia, recursos e até profissionais qualificados.”
Definindo Anísio Teixeira como um dos maiores revolucionários de todos os tempos, Gedean diz que é impossível dizer se Anísio estaria satisfeito com a educação nacional. “O novo para ele hoje já é velho. Todo o seu legado é dentro de uma concepção futurista. Ele sempre estava vendo algo em que era possível melhorar.”
andrea.antunes@folhadirigida.com.br
www.folhadirigida.com.br
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Início 2º Semestre - 2012
Acorde para vencer
Quando o relógio despertar,
agradeça a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.
O bom humor é contagiante.
Espalhe-o. Fale de coisas boas, de sonhos, de amor.
Não se lamente. Comece a sorrir mais cedo.
Não viva emoções mornas e vazias. Cultive o seu interior.
Extraia o máximo das pequenas coisas.
Seja transparente e deixe que as pessoas
saibam que você gosta e precisa delas.
Repense os seus valores.
Tudo o que tem que ser feito merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes,
tenha garra e determinação.
Não trabalhe só pela obrigação,
mas pela satisfação da missão cumprida.
Transforme os seus movimentos em oportunidades.
Não inveje! Admire!Sinta entusiasmo com o sucesso alheio,
como se fosse o seu.
Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo habilidades.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.
Tenha fé, acredite. Você pode tudo que quiser!
Finalmente, ria das coisas à sua volta,
de seus problemas, de seus erros.
Ria da vida. E ame, antes de tudo a você mesmo.
A gente é capaz de ser feliz quando
é capaz de rir da gente mesmo!
Assista ao slide de fotos das apresentações realizadas no Teatro da Escola Parque.
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